| Não tenho mais coração, não tenho mais alma... Apenas vivo |

Nome: Þ..Å..ß..£..ö
Idade: 21
Cidade: TATUÍ-SP
Gosto: NOITE
Não gosto: DIA

Blogs

IMAGENS DO TECLADO

Bandas

  • Marilyn Manson
  • Black Sabbath
  • Nightwish
  • After Forever
  • Lacuna Coil
  • Slayer
  • Brujeria
  • Calvary Death
  • Espectro
  • Pantera
  • Sepultura
  • Dimmu Borgir
  • Childrem Of Bodon
  • Blind Guardian
  • Irom Maiden
  • Ramones
  • Sex Pistols
  • Pearl Jam
  • Deep Purple
  • Led Zepellin
  • Metalicca
  • etc..


  • Fanlisting



    Sites

    O VAMPIRO
    poema_assombrado
    Difícil de enterrar
    A SOMBRA

    Arquivos

    Sepultados



    IMAGENS

    TSUNAMI

    Autopsia

    Suicídios

    [+] Arquivo de Mensagens
    Demonios




    The Cliff of Suicide

    Terça-feira, Novembro 27, 2007



    A Mulher da Noite
    ..Quando eu era pequeno, a minha familia estava aumentando e papai decidiu comprar uma casa maior. Ele acabou encontrando uma que servia para os nossos padões. O preço era barato e logo nos mudamos para la. Nós meninas ganhamos um grande quarto. na primeira noite, quando eu rezava escutei a porta se abrir. Pensei que fosse mamãe, mas não! Era uma mulher desconhecida! Com medo, acordei minhas irmãs. A mulher nos olhava e fazia sinal para que a seguíssemos. Nanci, minha irmã mais nova, não se conteve e começou a chorar. Então, a mulher desapareceu. Mamãe nos tranquilizou dizendo que foi um pesadelo, mas naquela noite não consegui mais dormir. Na noite seguinte, a aparição voltou... mas não acordei as minhas irmãs para não assustá-las. Mesmo com medo, comecei a seguir a mulher pelo caminho que ela indicava. Quando chegamos ao porão, ela apontou para uma das paredes... então, desapareceu novamente. Contei tudo no café da manhã, mas meus pais não ligaram! Ninguém acreditava em mim. Mas, poucos dias depois, minha tinha Ivete teve a mesma visão! Logo, todos na casa viram a mesma mulher, que sempre apontava para o mesmo local. Desconfiado, papai mandou derrubar a parede! Então foi encontrado um esqueleto dentro da parece! Papai chamou imediatamente a polícia! Logo foi preso o antigo dono da casa! Ele era suspeito de ter matado a esposa, mas ninguém podia provar. pois o corpo jamais fora encontrado! Papai resolveu vender a casa! O fantasma não voltou mais, mas mesmo assim ninguém da família queria mais continuar morando lá.


    ÅÑJØ ÐÅ ÑØÎ¿Ë COMENTE AQUI DEFUNTO:

    Domingo, Novembro 11, 2007


    o que é real?

    Tudo era dor,dor e medo.Ela se esgueirava pelos corredores escuros do que um dia fora sua casa; ela evitava olhar as paredes manchadas de sangue e pisar nos pedaços de pele espalhados pelo chão.Todos estavam mortos, sim, mortos,mutilados e com seus pedaços espalhados na casa inteira ou, ainda pior, na barriga de algum morto-vivo.Chegando ao seu antigo quarto, não pode evitar as lágrimas ao ver o bercinho ensangüentado. Ela se deixou cair no chão, chorou por um longo tempo. Os arranhões em seu corpo ardiam, ela sentia um estranho gelar nas veias.Fraca e enjoada, ela se arrastou até a cama imunda e se encolheu dormindo.

    Acordou com o ruído das criaturas subindo a escada. Não estava mais com medo, estava com ódio.Sua mão tocou a barra de ferro debaixo da cama, seus olhos felinos brilharam no escuro e seus pés mal tocaram o chão antes que ela acertasse o primeiro morto-vivo. Na cabeça,destruindo-o. O segundo levou a barra no pescoço,foi decapitado; o terceiro sentiu a barra atravessar seu peito e logo depois a cabeça.Ela apenas deixava o sangue espirrar,nada mais importava,tudo que amava estava destruído. Mesmo depois que nenhum deles se mexia, ela continuava batendo e batendo.Quando a raiva passou, ela sorriu,bateu a barra de leve numa das mãos dizendo:

    - Mais...Mais... Quando percebeu estava na rua,batendo em todos que via pela frente, ela queria apenas bater,bater e matar.Nem percebeu que seu corpo se modificava, cada vez mais frio, cada vez mais morto, enquanto o sorriso louco tomava conta de seu rosto permanentemente e uma única palavra saía de sua boca.

    - Mais...Mais...


    ÅÑJØ ÐÅ ÑØÎ¿Ë COMENTE AQUI DEFUNTO: